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19 dezembro 2019

REDACTED - Desfocar/ocultar rosto numa foto


Já quis publicar uma fotografia de uma criança nas redes sociais, protegendo a sua identidade?
Já desistiu, enquanto professor/educador/animador, de publicar uma foto de uma atividade com crianças, por não ter autorização de todos os pais para divulgação da imagem dos respetivos filhos?

Esconder/desfocar um ou vários rostos numa fotografia pode até parecer simples, mas nem sempre é rápido, por exigir recurso a um editor de imagem, o que pode ser um bico-de-obra...

Mas há Redacted, uma solução surpreendentemente simples e rápida.



Redacted é uma pequena ferramenta que só faz isso, ocultar rosto ou parte de uma fotografia, mas que o faz bem e depressa!
Para "ocultar" rosto(s), com o Redacted, siga estes passos:

  1. Entre no site.
  2. Faça upload da sua fotografia.
  3. Use o rato para selecionar a(s) parte(s) da foto que quer tornar "fosca".
  4. Escolha a forma da "máscara" (quadrado ou círculo) e ajuste a sua dimensão (pode redimensioná-la quantas vezes quiser).
  5. Selecione o tipo de "máscara": difusa, pixelizada, negra (pode experimentar à vontade).
  6. Faça download da foto final, quando tiver obtido o resultado desejado.

Prático, rápido, e sem qualquer registo. 

12 janeiro 2018

GAMIFICAÇÃO - Jogo do Bingo

Todos temos a imagem clássica deste jogo de entretenimento, mas podemos fazê-la evoluir e  adaptá-la ao nosso ambiente de trabalho. 
Usar o Bingo em educação é uma oportunidade para pôr em prática a gamificação tão em voga.


Logicamente, temos de começar por esquecer o conceito de bingo tradicional: nem vamos sortear bolas, e nem sequer vai haver números. Conceber um bingo em educação servirá para concentrar os alunos e conseguir que prestem atenção a uma determinada tarefa. Como? Vamos ver.

O funcionamento do bingo tradicional consiste em ir marcando num cartão os números que, aleatoriamente, vão surgindo. O primeiro que complete linha ganha um prémio menor; o que complete o cartão ganha o prémio maior.

O mecanismo para utilizar o bingo em educação é parecido, mas diferente em alguns aspectos. Por exemplo, não necessitamos de números, mas sim de objetivos, de forma que o cartão de cada aluno terá uma série de objetivos. Podem ser diferentes para cada um, ou comuns a toda uma turma; cabe ao docente decidir.

Assim, usar um bingo em educação pode ter vários objetivos.  Por exemplo:
  • Dar a resposta correcta a um exercício planeado pelo professor.
  • Ajudar um colega a entender um determinado conceito.
  • Ir ao quadro explicar um exercício.
  • Completar um determinado tema.
  • Organizar os apontamentos, utilizando cores diferentes para títulos, enunciados, etc.  
  • Utilizar esferográfica em vez de lápis, na aula
  • Não necessitar de borracha para apagar durante um dia inteiro.
O docente é que decide

Como vemos, estas metas são genéricas, mas rapidamente podemos chegar a objectivos específicos segundo matéria, tema, conceitos a explicar, etc. 
Em qualquer caso, será o professor a decidir que objetivos definir para este bingo educativo, adequando-o a variáveis como diversidade dos alunos, tempo necessário para completar os cartões (um por dia? um para a semana?), número de objectivos por cartão ou outros mais. 

Uma vez clarificados os objectivos, podemos criar os cartões e imprimi-los. E existem múltiplas ferramentas para isso, desde criá-los de uma forma artesanal com aplicações de tipo Microsoft Word ou com modelos e software específico.

Por exemplo, uma busca com os termos “bingo templates” (modelos de bingo) leva-nos a mil resultados, todos eles válidos para o que procuramos ainda que, certamente, focados no jogo de azar. 
Uma busca mais específica (“bingo education templates”) leva-nos por exemplo a este modelo simples igualmente válido e editável para que o personalizemos. 

Outros links interessantes são por exemplo Tools For Educators, onde poderemos criar bingos com imagens predefinidas, vocacionadas para o pré-escolar e os primeiros anos do 1º ciclo; ou o gerador de bingos de TeAchnology que é simples e fácil de utilizar.

Mais específico ainda é o Bingo Card Generator, que permite personalizar e editar os objetivos a inscrever nos cartões. Tão simples como escrever linhas (uma por cada “casa”) e a ferramenta encarregar-se-á do resto. 
Também permite escolher entre alguns dos modelos, tudo de forma gratuita. 

Com uma busca encontraremos muitos outros recursos para poder criar cartões de bingo educativo.

Uma vez realizado este trabalho, também se pode pensar em recompensas para os que consigam linha e para os que completem o cartão ou inclusivamente para os que, simplesmente, consigam  completar casas. Ficará ao critério de cada docente decidir como premiar o jogo.

O uso de bingo em educação não é novo, e múltiplos docentes falam dos benefícios do seu uso. Seja qual for a matéria ou a idade dos alunos, este é um daqueles recursos que podemos experimentar, com uma preparação simples.

Este é um jogo que encontra nos primeiros anos de escola o seu público-alvo principal; no entanto, o seu potencial faz com que possamos encará-lo como recurso para anos de escolaridade mais avançados, e em várias disciplinas, nomeadamente no ensino das línguas estrangeiras.

Texto traduzido e adaptado livremente. Encontre o original no link abaixo:


17 novembro 2016

GAMIFICAÇÃO - Jogo do Bingo

Temos a imagem clássica deste jogo de entretenimento, mas podemos fazê-la evoluir e  adaptá-la ao nosso ambiente de trabalho. Usar o Bingo em educação é uma oportunidade excepcional para pôr em prática a gamificação tão em voga.


Logicamente, temos de começar por esquecer o conceito de bingo tradicional: nem vamos sortear bolas, e nem sequer vai haver números. Conceber um bingo em educação servirá para concentrar os alunos e conseguir que prestem atenção a uma determinada tarefa. Como? Vamos ver.

O funcionamento do bingo tradicional consiste em ir marcando num cartão os números que, aleatoriamente, vão surgindo. O primeiro que complete linha ganha um prémio menor; o que complete o cartão ganha o prémio maior.

O mecanismo para utilizar o bingo em educação é parecido, mas diferente em alguns aspectos. Por exemplo, não necessitamos de números, mas sim de objetivos, de forma que o cartão de cada aluno terá uma série de objetivos. Podem ser diferentes para cada um, ou comuns a toda uma turma; cabe ao docente decidir.
Assim, usar um bingo em educação pode ter vários e diversos objetivos.  Por exemplo:
  • Dar a resposta correcta a um exercício planeado pelo professor.
  • Ajudar um colega a entender um determinado conceito.
  • Ir ao quadro explicar um exercício.
  • Completar um determinado tema.
  • Organizar os apontamentos, utilizando cores diferentes para títulos, enunciados, etc.  
  • Utilizar esferográfica em vez de lápis, na aula
  • Não necessitar de borracha para apagar durante um dia inteiro.
O docente é que decide

Como vemos, estas metas são genéricas, mas rapidamente podemos chegar a objectivos específicos segundo matéria, tema, conceitos a explicar, etc. Em qualquer caso será o professor a decidir que objetivos definir para este bingo educativo, adequando-o a variáveis como diversidade dos alunos, tempo necessário para completar os cartões (um por dia? um para a semana?), número de objectivos por cartão ou outros mais. 

Uma vez clarificados os objectivos, podemos criar os cartões e imprimi-los. E existem múltiplas ferramentas para isso, desde criá-los de uma forma artesanal com aplicações de tipo Microsoft Word ou com modelos e software específico.
Por exemplo, uma busca com os termos “bingo templates” (modelos de bingo) leva-nos a mil resultados, todos eles válidos para o que procuramos ainda que, certamente, focados no jogo de azar. 
Uma busca mais específica (“bingo education templates”) leva-nos por exemplo a este modelo simples igualmente válido e editável para que o personalizemos. 
Outros links interessantes são por exemplo Tools For Educators, onde poderemos criar bingos com imagens predefinidas, vocacionadas para o pré-escolar e os primeiros anos do 1º ciclo; ou o gerador de bingos de TeAchnology que é simples e fácil de utilizar.
Mais específico ainda é o Bingo Card Generator, que permite personalizar e editar os objetivos a inscrever nos cartões. Tão simples como escrever linhas (uma por cada “casa”) e a ferramenta encarregar-se-á do resto. Também permite escolher entre alguns dos modelos, tudo de forma gratuita. Com uma busca encontraremos muitos outros recursos para poder criar cartões de bingo educativo.

Uma vez realizado este trabalho, também se pode pensar em recompensas para os que consigam linha e para os que completem o cartão ou inclusivamente para os que, simplesmente, consigam  completar casas. Ficará ao critério de cada docente decidir como premiar o jogo.

O uso de bingo em educação não é novo, e múltiplos docentes falam  dos benefícios do seu uso na aula. Seja qual for a matéria ou a idade dos meninos, este é um daqueles recursos que podemos experimentar, com uma preparação simples.

Este é um jogo que encontra nos primeiros anos de escola o seu público-alvo principal; no entanto, o seu potencial faz com que possamos encará-lo como um recurso para anos de escolaridade mais avançados, e em várias disciplinas, nomeadamente no ensino das línguas estrangeiras.

Texto traduzido e adaptado livremente. Encontre o original no link abaixo:


15 setembro 2016

120 Histórias infantis para download gratuito, e não só!

1. São 120 histórias infantis em áudio, disponibilizadas pelo governo do Brasil, através do Banco Internacional de Objetos Educacionais, uma parceria entre Ministério da Educação  e Ministério da Ciência e Tecnologia.

O projeto tem por finalidade “despertar nas crianças o interesse em ouvir histórias narradas e, a partir delas, instigar a criatividade e a imaginação para a construção das mesmas”.
As histórias são clássicos da literatura infantil brasileira, com duração de 1 a 11 minutos.
Para fazer o download, aqui, basta clicar sobre a história escolhida e, em seguida, na opção download no canto superior direito da página. A reprodução de todo o conteúdo é autorizada, desde que contenha a assinatura Plenarinho — Câmara dos Deputados.
2. O site tem outros conteúdos interessantes,nomeadamente para o ensino de Física, Química, Biologia ou Matemática (por exemplo, animações, simulações, experiências). A pesquisa pode fazer-se por nível de ensino, tipo de recurso, língua e país. 
Vale uma visita!

09 maio 2016

Edululu - Apps educativas para os 2/17 anos

Edululu é um serviço público canadiano que avalia aplicações educativas disponíveis no Canadá para iOS e Android. Nem todas estão disponíveis em Portugal, e nem todas são gratuitas.

Trata-se de um guia destinado a pais e educadores, que é a referência canadiana (em francês e em inglês) para o universo dos 2 aos 17 anos, mas sobretudo direcionado para os mais novos.



Há mais de 800 aplicações, nas seguintes áreas: 
Artes, Línguas, Desenvolvimento pessoal e social, Educação especial, Matemáticas, Saúde e educação física, Ciências e tecnologias.

A avaliação das aplicações é realizada por equipas multidisciplinares de especialistas, compostas por pedagogos de horizontes diversos, pais, peritos em ergonomia, designers e web-developpers.
Cada App é apresentada de forma breve, com indicação da faixa etária a que se destina, e avaliada pelos seguintes parâmetros: conteúdo educativo, estratégia pedagógica, segurança e vida privada, tecnologia, design, qualidade da língua, valor. 
O site disponibiliza ainda os links para download na Google play e na App Store.

Tendo em conta o impacto dos écrans tácteis junto dos jovens e o elevado número de aplicações disponíveis, Edululu pode ser uma grande ajuda aos pais/educadores na descoberta e seleção de conteúdos pedagógicos e educativos adequados e de qualidade.
Vale a pena uma visita!

Fonte:
em inglês: http://edululu.org/en
em francês: http://edululu.org/fr

06 maio 2016

PaperKit - "fábrica" de folhas de papel online

PaperKit é uma ferramenta online para criação de folhas de papel de 4 tipos, quase tudo o que faz falta a um professor.



Papel milimétrico, pontilhado, quadriculado, pautado - é só escolher o que se quer, e personalizar as nossas folhas: formato, tamanho e margens, espessura e cor de linhas/pontos, bem como o espaçamento.
Temos ainda à disposição os modelos clássicos que podemos adoptar sem mais delongas.
Depois, é só fazer download do documento em PDF, imprimir e usar.
Um utilitário que pode dar jeito, que é mesmo muito fácil de usar, e gratuito.

Fonte: http://paperkit.net/

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