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10 setembro 2021

EXERCÍCIOS DE MATEMÁTICA - CÁLCULO MENTAL - "JE NE PEUX PAS J`AI MATHS" -

"J`peux pas j`ai maths" ("Não posso, tenho matemática")é um site de exercícios de cálculo mental, destinado a alunos do 4º ano ao 3º ciclo.


Criado por um professor francês de Matemática durante o confinamento (Covid19), o site funciona online e não é preciso qualquer registo para entrar e aceder aos exercícios. 


Funcionamento


Escolhe-se o nível, o conteúdo curricular e o tipo de operações, e podemos fazer vários ajustes:

- tempo disponível para realização de cada operação;
- grau de dificuldade (fácil, difícil ou diabólico);
- número de operações a incluir no exercício;
- tipo de exercício.


Tipos de exercício

Há dois tipos de exercício:

-  clássico ("classique") - para encontrar o resultado;

- "à trou" - com uma parcela em branco, para completar.


Organização


O site está organizado em dois grandes blocos ("cycles"), de acordo com os ciclos de escolaridade de França, e com a seguinte correspondência em Portugal :


Os professores de Matemática, melhor que ninguém, saberão verificar que conteúdos
são adequados aos seus alunos e se existe correspondência com os equivalentes anos de escolaridade em Portugal. Pode acontecer que um conteúdo apareça no site associado a um determinado ano de escolaridade e que, em Portugal, seja abordado num ano diferente, mas o professor saberá e poderá sempre orientar os alunos para os exercícios adequados ao seu nível/ano.


Modos de jogo

Há duas formas de abordar os exercícios:

Modo Aluno:
Permite que autonomamente, o aluno resolva os exercícios, obtendo a solução imediatamente após cada resposta; uma classificação final é disponibilizada após conclusão de cada bloco de exercícios.

Modo Professor:
Funciona como o modo Aluno, mas a solução não é imediatamente apresentada após cada exercício; só no final do bloco são exibidos todos os resultados para todas as questões colocadas. Não é disponibilizada classificação.

Se o professor quiser usar estes enigmas em sala de aula, pode, por exemplo, projetar à turma uma bateria de exercícios, solicitar aos alunos que vão registando as suas respostas no caderno, e exibir para toda a turma, no final, a solução, que vai aparecer sempre contextualizada e integrada no enunciado do problema.
Esta mecânica permite que o professor possa tirar o máximo partido da atividade, por exemplo, salientando aspetos que queira valorizar, ou reforçando aprendizagens.

Trata-se de uma ferramenta de grafismo simples, mas apelativo.

Ainda que só
 esteja disponível em Francês, parece-nos que a língua não será impedimento à utilização destes jogos, dada a universalidade dos números e das fórmulas matemáticas. Mas não há nada como esperimentar!

Fonte: "J`peux pas j`ai maths"

19 dezembro 2019

REDACTED - Desfocar/ocultar rosto numa foto


Já quis publicar uma fotografia de uma criança nas redes sociais, protegendo a sua identidade?
Já desistiu, enquanto professor/educador/animador, de publicar uma foto de uma atividade com crianças, por não ter autorização de todos os pais para divulgação da imagem dos respetivos filhos?

Esconder/desfocar um ou vários rostos numa fotografia pode até parecer simples, mas nem sempre é rápido, por exigir recurso a um editor de imagem, o que pode ser um bico-de-obra...

Mas há Redacted, uma solução surpreendentemente simples e rápida.



Redacted é uma pequena ferramenta que só faz isso, ocultar rosto ou parte de uma fotografia, mas que o faz bem e depressa!
Para "ocultar" rosto(s), com o Redacted, siga estes passos:

  1. Entre no site.
  2. Faça upload da sua fotografia.
  3. Use o rato para selecionar a(s) parte(s) da foto que quer tornar "fosca".
  4. Escolha a forma da "máscara" (quadrado ou círculo) e ajuste a sua dimensão (pode redimensioná-la quantas vezes quiser).
  5. Selecione o tipo de "máscara": difusa, pixelizada, negra (pode experimentar à vontade).
  6. Faça download da foto final, quando tiver obtido o resultado desejado.

Prático, rápido, e sem qualquer registo. 

12 janeiro 2018

GAMIFICAÇÃO - Jogo do Bingo

Todos temos a imagem clássica deste jogo de entretenimento, mas podemos fazê-la evoluir e  adaptá-la ao nosso ambiente de trabalho. 
Usar o Bingo em educação é uma oportunidade para pôr em prática a gamificação tão em voga.


Logicamente, temos de começar por esquecer o conceito de bingo tradicional: nem vamos sortear bolas, e nem sequer vai haver números. Conceber um bingo em educação servirá para concentrar os alunos e conseguir que prestem atenção a uma determinada tarefa. Como? Vamos ver.

O funcionamento do bingo tradicional consiste em ir marcando num cartão os números que, aleatoriamente, vão surgindo. O primeiro que complete linha ganha um prémio menor; o que complete o cartão ganha o prémio maior.

O mecanismo para utilizar o bingo em educação é parecido, mas diferente em alguns aspectos. Por exemplo, não necessitamos de números, mas sim de objetivos, de forma que o cartão de cada aluno terá uma série de objetivos. Podem ser diferentes para cada um, ou comuns a toda uma turma; cabe ao docente decidir.

Assim, usar um bingo em educação pode ter vários objetivos.  Por exemplo:
  • Dar a resposta correcta a um exercício planeado pelo professor.
  • Ajudar um colega a entender um determinado conceito.
  • Ir ao quadro explicar um exercício.
  • Completar um determinado tema.
  • Organizar os apontamentos, utilizando cores diferentes para títulos, enunciados, etc.  
  • Utilizar esferográfica em vez de lápis, na aula
  • Não necessitar de borracha para apagar durante um dia inteiro.
O docente é que decide

Como vemos, estas metas são genéricas, mas rapidamente podemos chegar a objectivos específicos segundo matéria, tema, conceitos a explicar, etc. 
Em qualquer caso, será o professor a decidir que objetivos definir para este bingo educativo, adequando-o a variáveis como diversidade dos alunos, tempo necessário para completar os cartões (um por dia? um para a semana?), número de objectivos por cartão ou outros mais. 

Uma vez clarificados os objectivos, podemos criar os cartões e imprimi-los. E existem múltiplas ferramentas para isso, desde criá-los de uma forma artesanal com aplicações de tipo Microsoft Word ou com modelos e software específico.

Por exemplo, uma busca com os termos “bingo templates” (modelos de bingo) leva-nos a mil resultados, todos eles válidos para o que procuramos ainda que, certamente, focados no jogo de azar. 
Uma busca mais específica (“bingo education templates”) leva-nos por exemplo a este modelo simples igualmente válido e editável para que o personalizemos. 

Outros links interessantes são por exemplo Tools For Educators, onde poderemos criar bingos com imagens predefinidas, vocacionadas para o pré-escolar e os primeiros anos do 1º ciclo; ou o gerador de bingos de TeAchnology que é simples e fácil de utilizar.

Mais específico ainda é o Bingo Card Generator, que permite personalizar e editar os objetivos a inscrever nos cartões. Tão simples como escrever linhas (uma por cada “casa”) e a ferramenta encarregar-se-á do resto. 
Também permite escolher entre alguns dos modelos, tudo de forma gratuita. 

Com uma busca encontraremos muitos outros recursos para poder criar cartões de bingo educativo.

Uma vez realizado este trabalho, também se pode pensar em recompensas para os que consigam linha e para os que completem o cartão ou inclusivamente para os que, simplesmente, consigam  completar casas. Ficará ao critério de cada docente decidir como premiar o jogo.

O uso de bingo em educação não é novo, e múltiplos docentes falam dos benefícios do seu uso. Seja qual for a matéria ou a idade dos alunos, este é um daqueles recursos que podemos experimentar, com uma preparação simples.

Este é um jogo que encontra nos primeiros anos de escola o seu público-alvo principal; no entanto, o seu potencial faz com que possamos encará-lo como recurso para anos de escolaridade mais avançados, e em várias disciplinas, nomeadamente no ensino das línguas estrangeiras.

Texto traduzido e adaptado livremente. Encontre o original no link abaixo:


24 novembro 2016

15 SITES COM MODELOS POWERPOINT


Para muitos PowerPoint é uma excelente ferramenta de apresentações em público que conta com infinitas possibilidades, se se conhece a fundo. E entre estas possibilidades está a parte mais estética, do desenho e da colocação da informação: os modelos de PowerPoint são o ponto de partida para fazer uma boa apresentação.
Evidentemente, temos sempre a possibilidade de criar de raiz as nossas próprias apresentações, mas uma grande opção é procurar modelos PowerPoint para nos inspirarmos, baseando-nos nelas ou tirando ideias para as nossas próprias criacões. E em matéria de procurar modelos grátis há muitos sítios, 10 dos quais recomendamos hoje.

1. Plantillas PowerPoint


Em espanhol e com um número que diz tudo: Plantillas PowerPoint contém 3.000 modelos que podemos descarregar gratuitamente, e que estão organizados por categorias, cores ou etiquetas. Um motor de busca interno  permitirá obter resultados mais concretos para as nossas expectativas.

2. TemplatesWise


Uma página muito simples, mas directa e intuitiva: chama-se TemplatesWise e permite descarregar diferentes tipos de modelos, com estilos do mais díspar, organizados segundo categorias. Também tem uma secção para uma seleção das melhores apresentações, assim como outra para as mais populares e as mais recentes.

3. Indezine


Indezine nasce como um portal que visa proporcionar recursos para melhorar tudo o que se relaciona com as apresentações, e  disponibiliza um espaço muito amplo relativo aos materiais para PowerPoint: até 6.000 modelos, juntamente com “packs” temáticos que, estes sim, são pagos.

4. PowerPoint Styles


Em PowerPoint Styles encontraremos modelos que são utilizados diariamente por milhares de pessoas, e separados segundo tema ou cor. Especialmente interessantes são os rankings de as mais vistas e as mais descarregadas, e que podem servir-nos para encontrar os resultados que mais agradam à comunidade e que são muito atrativos.

5. Presentation Magazine


Mais de 62.000 modelos PowerPoint grátis para descarregar e utilizar, organizados por temática, cor ou etiqueta. Presentation Magazine é, além disso, um repositório onde podemos encontrar fundos para PowerPoint com que podemos dar um “toque” diferente à nossa apresentação, e ir mais além do que os fundos pré-determinados.


6. Microsoft Office


A Microsoft sabe que parte do êxito de PowerPoint está na personalização do conteúdo, e desde há anos tem a sua própria plataforma de modelos, a maioria gratuitos. Há-os para Word, para Excel e também para PowerPoint.

7. Slides Carnival


Várias dezenas de modelos é o que oferece Slides Carnival, um sítio que os compila e categoriza segundo diferentes etiquetas (formais, criativos, simples, etc). Há muitos gratuitos e uns quantos, os mais avançados, pagos, mas dos primeiros podemos sacar um bom material para uso em educação.

8. Slide Hunter


Milhares de modelos PowerPoint de todo o tipo, é o que encontramos em Slide Hunter, com algumas categorias muito curiosas como por exemplo apresentações em formato 16:9 (para os projectores que tenham esta configuração), um motor de busca muito potente e o conteúdo recomendado pelos editores que é sempre bom ter em conta.

9. FPPT


FPPT é o acrónimo de Free PowerPoint Templates, e o seu número diz tudo: todos gratuitos, etiquetados segundo diferentes categorias e com uma variedade de até 9000 modelos. Estão separados por cores e por objetivo (há-as de educação, para desporto, para trabalho…)


10. SmileTemplates


Em SmileTemplates temos à disposição umas quantas dezenas de modelos para PowerPoint, na maioria grátis, com alguns casos em que é oferecido um uso limitado. Há-os de todo o tipo e o motor de busca interno, muito visual, permitirá visualizar rapidamente os resultados.

11. Reddit


Ainda que Reddit não seja uma página dedicada exclusivamente ao mundo dos modelos para PowerPoint, aqui podemos encontrar inúmeros temas e recursos; entre eles, vários subreddits especialmente interessantes para a atividade docente: /r/temmplates ou /r/powerpoint são sem dúvida duas referências a ter em conta.

12. Presenter Media


Numa página web que se apresenta de forma muito visual e genial, Presenter Media tem cerca de 500 modelos gratuitos para descarregar e utilizar nas nossas apresentações. Além disso, indicam o formato para o qual foram desenhados, algo genial para aproveitar ao máximo todo o espaço da apresentação.

13. SlideTeam


Algo mais complexo mas extraordinariamente útil, SlideTeam oferece um monte de conteúdos para apresentações em público, incluindo modelos PowerPoint. O seu motor de busca permitirá escolher o tipo de conteúdo que queremos mostrar, a sua forma e cores, para filtrar entre mais de 60 mil resultados; se preferirmos, também podemos pesquisar todos eles, um a um.

14. Leawo


Simples e especialmente desenhados para o mundo da educação, tanto para professores como para alunos. Leawo conta com um catálogo de várias centenas de modelos, todos eles categorizados segundo diversos temas (educação, férias, finanças, desportos, etc.) numa web simples e fácil de utilizar.

15. Brainy Betty


Uma página web que merecia ser redesenhada, mas que cumpre com a sua função. Brainy Betty dispõe de várias dezenas de modelos muito simples, e por isso também ideais quando o que se quer reforçar é o conteúdo da apresentação, e não o seu desenho como tal.

Tradução livre do original em espanhol. Pode encontrar o original aqui.

Fonte: http://www.educaciontrespuntocero.com


17 novembro 2016

GAMIFICAÇÃO - Jogo do Bingo

Temos a imagem clássica deste jogo de entretenimento, mas podemos fazê-la evoluir e  adaptá-la ao nosso ambiente de trabalho. Usar o Bingo em educação é uma oportunidade excepcional para pôr em prática a gamificação tão em voga.


Logicamente, temos de começar por esquecer o conceito de bingo tradicional: nem vamos sortear bolas, e nem sequer vai haver números. Conceber um bingo em educação servirá para concentrar os alunos e conseguir que prestem atenção a uma determinada tarefa. Como? Vamos ver.

O funcionamento do bingo tradicional consiste em ir marcando num cartão os números que, aleatoriamente, vão surgindo. O primeiro que complete linha ganha um prémio menor; o que complete o cartão ganha o prémio maior.

O mecanismo para utilizar o bingo em educação é parecido, mas diferente em alguns aspectos. Por exemplo, não necessitamos de números, mas sim de objetivos, de forma que o cartão de cada aluno terá uma série de objetivos. Podem ser diferentes para cada um, ou comuns a toda uma turma; cabe ao docente decidir.
Assim, usar um bingo em educação pode ter vários e diversos objetivos.  Por exemplo:
  • Dar a resposta correcta a um exercício planeado pelo professor.
  • Ajudar um colega a entender um determinado conceito.
  • Ir ao quadro explicar um exercício.
  • Completar um determinado tema.
  • Organizar os apontamentos, utilizando cores diferentes para títulos, enunciados, etc.  
  • Utilizar esferográfica em vez de lápis, na aula
  • Não necessitar de borracha para apagar durante um dia inteiro.
O docente é que decide

Como vemos, estas metas são genéricas, mas rapidamente podemos chegar a objectivos específicos segundo matéria, tema, conceitos a explicar, etc. Em qualquer caso será o professor a decidir que objetivos definir para este bingo educativo, adequando-o a variáveis como diversidade dos alunos, tempo necessário para completar os cartões (um por dia? um para a semana?), número de objectivos por cartão ou outros mais. 

Uma vez clarificados os objectivos, podemos criar os cartões e imprimi-los. E existem múltiplas ferramentas para isso, desde criá-los de uma forma artesanal com aplicações de tipo Microsoft Word ou com modelos e software específico.
Por exemplo, uma busca com os termos “bingo templates” (modelos de bingo) leva-nos a mil resultados, todos eles válidos para o que procuramos ainda que, certamente, focados no jogo de azar. 
Uma busca mais específica (“bingo education templates”) leva-nos por exemplo a este modelo simples igualmente válido e editável para que o personalizemos. 
Outros links interessantes são por exemplo Tools For Educators, onde poderemos criar bingos com imagens predefinidas, vocacionadas para o pré-escolar e os primeiros anos do 1º ciclo; ou o gerador de bingos de TeAchnology que é simples e fácil de utilizar.
Mais específico ainda é o Bingo Card Generator, que permite personalizar e editar os objetivos a inscrever nos cartões. Tão simples como escrever linhas (uma por cada “casa”) e a ferramenta encarregar-se-á do resto. Também permite escolher entre alguns dos modelos, tudo de forma gratuita. Com uma busca encontraremos muitos outros recursos para poder criar cartões de bingo educativo.

Uma vez realizado este trabalho, também se pode pensar em recompensas para os que consigam linha e para os que completem o cartão ou inclusivamente para os que, simplesmente, consigam  completar casas. Ficará ao critério de cada docente decidir como premiar o jogo.

O uso de bingo em educação não é novo, e múltiplos docentes falam  dos benefícios do seu uso na aula. Seja qual for a matéria ou a idade dos meninos, este é um daqueles recursos que podemos experimentar, com uma preparação simples.

Este é um jogo que encontra nos primeiros anos de escola o seu público-alvo principal; no entanto, o seu potencial faz com que possamos encará-lo como um recurso para anos de escolaridade mais avançados, e em várias disciplinas, nomeadamente no ensino das línguas estrangeiras.

Texto traduzido e adaptado livremente. Encontre o original no link abaixo:


15 setembro 2016

120 Histórias infantis para download gratuito, e não só!

1. São 120 histórias infantis em áudio, disponibilizadas pelo governo do Brasil, através do Banco Internacional de Objetos Educacionais, uma parceria entre Ministério da Educação  e Ministério da Ciência e Tecnologia.

O projeto tem por finalidade “despertar nas crianças o interesse em ouvir histórias narradas e, a partir delas, instigar a criatividade e a imaginação para a construção das mesmas”.
As histórias são clássicos da literatura infantil brasileira, com duração de 1 a 11 minutos.
Para fazer o download, aqui, basta clicar sobre a história escolhida e, em seguida, na opção download no canto superior direito da página. A reprodução de todo o conteúdo é autorizada, desde que contenha a assinatura Plenarinho — Câmara dos Deputados.
2. O site tem outros conteúdos interessantes,nomeadamente para o ensino de Física, Química, Biologia ou Matemática (por exemplo, animações, simulações, experiências). A pesquisa pode fazer-se por nível de ensino, tipo de recurso, língua e país. 
Vale uma visita!

16 maio 2016

Read Write Think - criação de palavras cruzadas

Read Write Think é um criador de palavras cruzadas.



Muito fácil de usar, a aplicação pede-nos em primeiro lugar a lista de todas as palavras que queremos ver na nossa grelha.
Depois de criada a lista de palavras, basta um clic para que a grelha seja gerada - de forma automática, a ferramenta coloca as nossas palavras na grelha, criando os laços necessários entre as palavras. Se não ficarmos satisfeitos com o modelo de grelha sugerido, podemos regenerá-lo, até encontrarmos uma disposição das palavras que nos agrade.
Quando tivermos validado a grelha, Read Write Think pede que introduzamos uma definição para cada palavra. Será a partir destas definições que os alunos terão de adivinhar as palavras da grelha.
E já está. Simples, simples, simples.
Podemos imprimir as nossas grelhas de palavras cruzadas em branco, e também a grelha de soluções.
Handicap do serviço: não é possível gravar as grelhas criadas, nem partilhá-las na web. Mas há sempre a possibilidade de fazer uma captura de écrã, ou um printscreen...
Apesar disso, a aplicação é interessante, sobretudo para o 1º ciclo, mas também no âmbito das línguas, principalmente estrangeiras: pode ser o professor a construir a grelha, mas também podem ser os alunos a fazê-lo, numa atividade de criação de definições para uma lista de palavras fornecida pelo docente.

Fonte: http://www.readwritethink.org/files/resources/interactives/crossword/

09 maio 2016

Edululu - Apps educativas para os 2/17 anos

Edululu é um serviço público canadiano que avalia aplicações educativas disponíveis no Canadá para iOS e Android. Nem todas estão disponíveis em Portugal, e nem todas são gratuitas.

Trata-se de um guia destinado a pais e educadores, que é a referência canadiana (em francês e em inglês) para o universo dos 2 aos 17 anos, mas sobretudo direcionado para os mais novos.



Há mais de 800 aplicações, nas seguintes áreas: 
Artes, Línguas, Desenvolvimento pessoal e social, Educação especial, Matemáticas, Saúde e educação física, Ciências e tecnologias.

A avaliação das aplicações é realizada por equipas multidisciplinares de especialistas, compostas por pedagogos de horizontes diversos, pais, peritos em ergonomia, designers e web-developpers.
Cada App é apresentada de forma breve, com indicação da faixa etária a que se destina, e avaliada pelos seguintes parâmetros: conteúdo educativo, estratégia pedagógica, segurança e vida privada, tecnologia, design, qualidade da língua, valor. 
O site disponibiliza ainda os links para download na Google play e na App Store.

Tendo em conta o impacto dos écrans tácteis junto dos jovens e o elevado número de aplicações disponíveis, Edululu pode ser uma grande ajuda aos pais/educadores na descoberta e seleção de conteúdos pedagógicos e educativos adequados e de qualidade.
Vale a pena uma visita!

Fonte:
em inglês: http://edululu.org/en
em francês: http://edululu.org/fr
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