02 novembro 2020

"Os 'nativos digitais' são as primeiras crianças com um coeficiente intelectual mais baixo que os seus pais"

Autoria: Irene Hernández Velasco

  • Especial para BBC News Mundo
Niños y jóvenes viendo realidad virtual a través de pantallas individuales
Pie de foto,

Vários estudos demonstraram que quando aumenta o uso da televisão ou os videojogos, o coeficiente intelectual diminue, sustenta o neurocientista Michel Desmurget.

"A fábrica de cretinos digitais".

Assim se intitula o último livro do neurocientista Michel Desmurget (Lyon, 1965), diretor de investigação no Instituto Nacional da Saúde de França, no qual conta com dados duros e de forma contundente como os dispositivos digitais estão a afetar gravemente, e para mal, o desenvolvimento neuronal de crianças e jovens.

"Simplesmente não há desculpa para o que estamos a fazer aos nossos filhos e como estamos a pôr em perigo o seu futuro e desenvolvimento", adverte em entrevista à BBC Mundo o especialista, que possui uma vasta obra científica e de divulgação e passou por reconhecidos centros de investigação como o Massachusetts Institute of Technology (MIT) ou a Universidade da Califórnia.

O seu livro tornou-se um gigantesco bestseller em França.

Os jovens de hoje são a primeira geração da história com um coeficiente intelectual (QI) mais baixo que a anterior?

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Final de Quizás también te intereseSí. El coeficiente intelectual se mide con una prueba estándar. Sin embargo no es una prueba "congelada", a menudo se revisa.

Os meus pais não passaram pelos mesmos testes que eu, por exemplo, mas pode-se submeter um grupo de pessoas a uma versão antiga do teste.

El neurocientífico Michel Desmurget
Pie de foto,

O neurocientista Michel Desmurget considera que a infância atual está exposta a uma "orgia digital".

E fazendo isso, os investigadores observaram em muitas partes do mundo que o coeficiente intelectual aumentava de geração em geração. A isto se chamou o 'efeito Flynn', em referência ao psicólogo norte-americano que descreveu este fenómeno.

Mas, recentemente, esta tendência começou a inverter-se em vários países.

É verdade que o coeficiente intelectual é fortemente afetado por fatores como o sistema de saúde, o sistema escolar, a nutrição...

Mas se olharmos para países onde os fatores socioeconómicos se  mantiveram bastante estáveis durante décadas, o 'efeito Flynn' começou a diminuir.

Nesses países os "nativos digitais" são as primeiras crianças que têm um coeficiente intelectual mais baixo que os seus pais. É uma tendência que se documentou na Noruega, Dinamarca, Finlândia, Países Baixos, França, etc.

E o que está a provocar esta diminuição de coeficiente intelectual?

Infelizmente, ainda não é possível determinar o papel específico de cada factor, incluindo por exemplo a contaminação (especialmente a exposição precoce a pesticidas) ou a exposição aos ecrãs.

O que sabemos com segurança é que se o tempo que uma criança passa frente a um ecrã não é o único culpado, tem um efeito importante no coeficiente intelectual.

Getty
O tempo que se passa ante um ecrã por motivos recreativos atrasa a maturação anatómica e funcional do cérebro"

Vários estudos demonstraram que quando aumenta o uso da televisão ou dos videojogos, o coeficiente intelectual e o desenvolvimento cognitivo diminuem.

Os principais fundamentos da nossa inteligência são afectados: a linguagem, a concentração, a memória, a cultura (definida como um corpus de conhecimento que nos ajuda a organizar e compreender o mundo).

Em última instância, estes impactos conduzem a uma quebra significativa no rendimento académico.

E por que é que o uso dos dispositivos digitais provoca tudo isso?

As causas também estão claramente identificadas: diminuição na qualidade e quantidade de interações intrafamiliares, que são fundamentais para o desenvolvimento da linguagem e o desenvolvimento emocional; diminuição do tempo dedicado a outras actividades mais enriquecedoras (tarefas, música, arte, leitura, etc.); interrupção do sono, que se encurta quantitativamente e se degrada qualitativamente; sobreestimulação da atenção, o que provoca transtornos de concentração, aprendizagem e impulsividade; subestimulação intelectual, que impede que o cérebro estenda todo o seu potencial; e um estilo de vida sedentário excessivo que, para além do impacto no desenvolvimento corporal, influencia no amadurecimento cerebral.

Que danos provocam exatamente os ecrãs no sistema neurológico?

O cérebro não é um órgão 'estável'. As suas características 'finais' dependem da experiência.

O mundo em que vivemos, os desafios com que nos confrontamos, modificam tanto a estrutura como o seu funcionamento, e algumas regiões do cérebro especializam-se, algumas redes criam-se e fortalecem-se, outras perdem-se, umas tornam-se mais grossas e outras mais delgadas.

Una prueba de QI en 1947
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Os nossos pais não passaram o mesmo teste de coeficiente de inteligência que nós, assinala o neurocientista.

Observou-se que o tempo que se passa ante um ecrã por motivos recreativos atrasa a maturação anatómica e funcional do cérebro dentro de diversas redes cognitivas relacionadas com a linguagem e a atenção.

Há que enfatizar que nem todas as atividades alimentam a construção do cérebro com a mesma eficiência.

O que quer dizer?

As atividades relacionadas com a escola, o trabalho intelectual, a leitura, a música, a arte, os desportos, etc. têm um poder estruturador e nutritivo do cérebro muito maior que os ecrãs recreativos.

Mas nada dura para sempre. O potencial da plasticidade cerebral é extremo durante a infância e a adolescência. Depois, começa a desvanecer-se. Não desaparece, mas torna-se muito menos eficiente.

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Quando se põe um ecrã nas mãos de uma criança ou de um adolescente, quase sempre prevalecem os usos recreativos mais empobrecedores"

O cérebro pode comparar-se com uma plasticina. A princípio, é húmido e fácil de esculpir. Mas com o tempo torna-se mais seco e muito mais difícil de moldar.

O problema com os ecrãs recreativos é que alteram o desenvolvimento do cérebro dos nossos filhos e empobrecem-no.

Todos os  ecrãs são igualmente daninhos?

Ninguém disse que a "revolução digital" seja má e deva ser detida. Eu mesmo passo boa parte do meu dia de trabalho com ferramentas digitais. E quando a minha filha ingressou na escola primária, comecei a ensinar-lhe como usar algum software de escritório e a procurar informação na internet.

Deveria ensinar-se aos estudantes as ferramentas e competências informáticas fundamentais? Claro. Ainda assim, pode a tecnologia digital ser uma ferramenta relevante no arsenal pedagógico dos docentes? Com certeza, se for parte de um projeto educativo estruturado e se o uso de um determinado software promover eficazmente a transmissão.

Todavia, quando se põe um ecrã nas mãos de uma criança ou de um adolescente, quase sempre prevalecem os usos recreativos mais empobrecedores.

Isto inclui, por ordem de importância: a televisão, que continua a ser o ecrã número um em todas as idades (filmes, séries, clips, etc.); depois os videojogos (principalmente de ação e violentos), e finalmente, por volta  da adolescência, um frenesim de autoexposição inútil nas redes sociais.

Quanto tempo passam crianças e jovens diante dos ecrãs?

Em média, quase três horas por dia para as crianças de 2 anos, cerca de cinco horas para as de 8 anos e mais de sete horas para os adolescentes.

bebé usando pantalla
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Em média, uma criança de 2 anos passa quase três horas por dia diante dos ecrãs.

Isto significa que antes de chegar aos 18 anos, os nossos filhos terão passado o equivalente a 30 anos letivos frente a ecrãs recreativos ou, se preferir, 16 anos de trabalho a tempo inteiro!

É simplesmente uma loucura e uma irresponsabilidade.

Quanto tempo deveriam dedicar as crianças aos ecrãs recreativos?

Envolver as crianças é importante.

Necessitam que se lhes diga que os ecrãs recreativos danificam o cérebro, prejudicam o sono, interferem com a aquisição da linguagem, debilitam o rendimento académico, prejudicam a concentração, aumentam o risco de obesidade, etc.

Alguns estudos demonstraram que é mais fácil para crianças e adolescentes seguir as regras sobre os ecrãs quando elas se lhes explicam e se discute com eles a sua razão de ser.

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Envolver as crianças é importante. Necessitam que se lhes diga que os ecrãs recreativos danificam o cérebro, prejudicam o sono, interferem com a aquisição da linguagem"

A partir daí, a ideia geral é simples: para qualquer idade, o mínimo é o melhor.

Para além desta regra geral, podem-se proporcionar normas mais específicas segundo a idade da criança. Antes dos 6 anos, o ideal é não ter ecrãs (o que não significa que de vez em quando os pais não possam ver uns desenhos animados com os filhos).

Quanto mais cedo estiverem expostos, maiores serão os impactos negativos e o risco de um consumo excessivo posterior.

A partir dos 6 anos, se os conteúdos forem adaptados e  se conservar o sono, pode-se chegar até meia hora por dia, inclusive uma hora, sem que haja uma influência negativa apreciável.

Outras regras relevantes: nada de ecrãs de manhã antes de ir para a escola, nada à noite antes de ir para a cama ou quando estejam com outras pessoas. E, sobretudo, nada de ecrãs no quarto.

Mas é difícil dizer aos nossos filhos que os ecrãs são um problema quando nós, como pais, estamos constantemente conectados aos nossos smartphones  ou a consolas de jogos.

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Regras relevantes: nada de ecrãs de manhã antes de ir para a escola, nada à noite antes de ir para a cama... sobretudo! nada de ecrãs no quarto"

Por que é que muitos pais não estão conscientes dos perigos dos ecrãs?

Porque a informação que se dá aos pais é parcial e enviesada. Os principais meios de comunicação estão repletos de afirmações infundadas, propaganda enganosa e informação inexacta. La discrepância entre os conteúdos dos media e a realidade científica é amiúde inquietante, para não dizer exasperante.

Não quero dizer que os media sejam desonestos: separar o trigo do joio não é fácil, inclusive para jornalistas honestos e conscienciosos.

Mas não é de estranhar. A indústria digital gera milhares de milhões de dólares de lucros anuais. E, obviamente, crianças e adolescentes são um recurso muito lucrativo.

E para as empresas que valem milhões de milhões de dólares, é fácil encontrar cientistas complacentes, lobistas dedicados e comerciantes entusiastas das dúvidas.

Permita-me dar-lhe um exemplo.

chico jugando videojuegos
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As empresas digitais contratam especialistas para explicar como os jogadores são inteligentes e o bom que é jogar videojogos.

Recentemente um psicólogo, supostamente perito em videojogos, explicou em vários meios que estes jogos tinham efeitos positivos, que não deviam ser demonizados, que não jogar poderia inclusivamente ser um handicap para o futuro de uma criança, que os jogos mais violentos poderiam ter ações terapêuticas e ser capazes de apagar a ira nos jogadores, etc.

O problema é que nenhum dos jornalistas que entrevistaram a este "perito" mencionou que trabalhava para a indústria dos videojogos. E este é só um exemplo entre os muitos que se descrevem no meu livro.

Isto não é algo novo: sucedeu no passado com o tabaco, o aquecimento global, os pesticidas, o açúcar, etc.

Mas creio que há espaço para a esperança. Com o tempo, a realidade torna-se cada vez mais difícil de negar.

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Numa investigação entregaram-se consolas de jogos a crianças que iam bem na escola. Depois de 4 meses, descobriu-se que passavam mais tempo jogando e menos fazendo os seus deveres escolares."

Há estudos que afirmam por exemplo que os videojogos ajudam a obter melhores resultados académicos…

Permita-me dizer-lho com franqueza: isso é pura loucura.

Essa ideia é uma verdadeira obra-prima da propaganda. Baseia-se principalmente nuns poucos estudos isolados com dados podres, que se publicam em revistas secundárias e que amiúde se contradizem.

Numa interessante investigação experimental, entregaram-se consolas de jogos a crianças que iam bem na escola. Após quatro meses, descobriu-se que passavam mais tempo a jogar e menos tempo fazendo os deveres. Os seus resultados caíram  cerca de 5% (o que é muitíssimo em apenas quatro meses!).

Noutro estudo, as crianças tiveram de aprender uma lista de palavras. Uma hora depois, a alguns permitiu-se-lhes jogar um videojogo de corridas de carros. Duas horas depois foram para a cama.

niño usando una pantalla

Na manhã seguinte, as crianças que não jogaram recordavam-se de cerca de 80% da lição, face aos apenas 50% de que se lembravam os jogadores.

Os autores observaram que jogar interferia com o sono e a memorização.

Como crê que serão os membros desta geração digital quando se converterem em adultos?

Oiço muitas vezes dizer que os nativos digitais sabem "de maneira diferente". A ideia é que ainda que mostrem déficits linguísticos, de atenção e de conhecimento, são muito bons em "outras coisas".

A questão radica na definição dessas "outras coisas".

Vários estudos indicam que, em contraste com as crenças comuns, não são muito bons com os computadores.

Inclusivamente, um relatório da União Europeia explica que a sua baixa competência digital dificulta a adoção de tecnologias educativas nas escolas.

Outros estudos também indicam que também não são muito eficientes a processar e compreender a grande quantidade de informação disponível  na internet.

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Na Ásia, por exemplo, considera-se que o uso excessivo de ecrãs é uma forma de abuso infantil"

Então, o que lhes resta? Obviamente, são bons para usar aplicações digitais básicas, comprar produtos online, descarregar música e filmes, etc.

Para mim, estas crianças parecem-se com as descritas por Aldous Huxley na sua famosa novela distópica Brave New World  ("Admirável mundo novo", em português): pasmados pelo entretenimento tonto, privados de linguagem, incapazes de refletir sobre o mundo, mas felizes com a sua sorte.

Alguns países estão a começar a legislar contra o uso de ecrãs?

Sim, especialmente na Ásia.

Taiwan, por exemplo, considera que o uso excessivo de ecrãs é uma forma de abuso infantil  aprovou uma lei que estabelece fortes multas para os pais que exponham crianças menores de 24 meses a qualquer aplicação digital e que não limitem o tempo de ecrãs dos miúdos entre 2 e 18 anos.

Na China, as autoridades tomaram medidas drásticas para regular o consumo de videojogos por parte de menores: as crianças e adolescentes já não podem jogar de noite (entre as 22 horas e as 8 horas) nem exceder os 90 minutos de exposição diária durante a semana (180 minutos aos fins de semana e nas férias escolares).

Crê que é bom que haja leis que protejam as crianças dos ecrãs?

Não me agradam as proibições e não quero que ninguém me diga como tenho de criar a minha filha.

niña mirando una pantalla
Pie de foto,

Vários países estão a começar a legislar contraol uso dos ecrãs.

Todavia, está claro que as opções educativas só se podem exercer livremente quando a informação que se dá aos pais é sincera e exaustiva.

Creio que uma campanha justa de informação sobre o impacto dos ecrãs no desenvolvimento com padrões claros seria um bom começo: sem ecrãs para crianças  de até 6 anos e depois, não mais de 30-60 minutos por dia.

Se esta orgia digital, como a define, não se detiver, o que podemos esperar?

Um aumento das desigualdades sociais e uma progressiva divisão da nossa sociedade entre uma minoria de crianças preservada desta "orgia digital" -os chamados Alphas da novela de Huxley-, que possuirão através da cultura e da linguagem todas as ferramentas necessárias para pensar e refletir sobre o mundo, e uma maioria de crianças com ferramentas cognitivas e  culturais limitadas - os chamados Gammas da novela de Huxley-, incapazes de compreender o mundo e de atuar como cidadãos ilustrados.

Alpha frequentará escolas privadas, caras, com professores humanos "verdadeiros".

Os Gamma irão para escolas públicas virtuais com apoio humano limitado, onde serão  alimentados com uma pseudolinguagem parecida com o "Newspeak" de Orwell e ensinar-lhes-ão as competências básicas dos técnicos de nível médio ou baixo (as projeções económicas dizem que este tipo de trabalhos estarão sobrerrepresentados na força laboral do futuro).

Um mundo triste em que, como dizia o sociólogo Neil Postman, se divertirão até à morte. Um mundo em que, através do acesso constante e debilitante ao entretenimento, aprenderão a amar a sua servidão. Perdão por não ser mais positivo.

Talvez (e assim espero) esteja equivocado. Simplesmente não há desculpa para o que estamos a fazer aos nossos filhos e como estamos a pôr  em perigo o seu futuro e desenvolvimento.

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Texto original em espanhol, publicado a 20/10/2020, em:
https://www.bbc.com/mundo/noticias-54554333?fbclid=IwAR04U5TFNhHjxrqqU1AvwVi1X_MUDsIhNYvsDc3247b59HyMkn53-YoHHBQ

Acedido em 02/11/2020


30 setembro 2020

Partilhar Vídeos Sem Publicidade - SAFEYOUTUBE.NET/VIDEOLINK e SAFESHARE.TV

Partilhar vídeos com os alunos, sobretudo com os mais pequenos, coloca sempre o problema de lhes deixar à disposição a publicidade e as sugestões (nem sempre adequadas) que as plataformas de difusão sugerem/impõem.
É um problema que se coloca a professores, mas também a pais ou a qualquer educador.

Apresentamos duas ferramentas que depuram os vídeos e nos facultam o respetivo URL, partilhável.

Ambas funcionam online, e são muito fáceis de usar.

1. SAFEYOUTUBE.NET, agora VIDEO.LINK



Como funciona?

Funciona apenas com o Youtube e não exige qualquer registo. Siga o passo-a-passo:

1. Copie o URL do vídeo pretendido e insira-o na zona de pesquisa.

2. É direcionado para uma página onde o vídeo está já depurado.

3. Pode editar o vídeo (reduzir-lhe o tamanho, mudar o título e a
    descrição)

4. 
Partilhe o novo link onde quiser (nas redes sociais, por mail ou
    com 
QRCode).

Nota: Como tudo funciona online, e sem registo, os links criados não ficam guardados, pelo que deverá gravá-los se os quiser voltar a utilizar.


2. SAFESHARE.TV


SafeShare.tv ganhou popularidade entre os professores, e não é por acaso.

Permite partilhar vídeos de Youtube ou Vimeo.



Como funciona?

1. Crie aqui a sua conta online. (É necessário, mas tem uma grande
    vantagem, que já explicaremos)


2. Copie o URL do vídeo que quer "limpar" e cole no motor de pesquisa         do SafeShare.tv.
    Obtém automaticamente um novo URL, depurado de publicidade e de      quaisquer links indesejáveis.

3. Pode editar o vídeo, reduzindo-lhe o tamanho, mudando-lhe o título e
    a descrição.

4. Guarde o vídeo numa playlist.

4. Partilhe o novo link onde quiser, nas redes sociais, nas plataformas de
    aprendizagem, por mail ou com o QRCode que é disponibilizado.

5. Como o vídeo fica guardado na sua conta, pode aceder-lhe e partilhá-
    -lo sempre que quiser. (É a vantagem da obrigatoriedade de criação
    de conta)


O que podemos fazer com a conta gratuita?


  • Criar duas playlists com vários vídeos

  • Criar 2 grupos ("círculos") de contactos para partilhar mais facilmente os URL.

  • Escolher 10 contactos frequentes para uma partilha mais automatizada.





A versão paga ("Premium") torna tudo isto ilimitado.

VEJA A DIFERENÇA!

Deixamos-lhe um tutorial vídeo do Youtube sobre estas duas ferramentas. Mas com dois links diferentes, para que veja um exemplo da utilidade destas pequenas ferramentas:


Link 1 - para o vídeo, no Youtube, sem depuração:

https://www.youtube.com/watch?v=c-sJZ18U9Dc

Link 2 - para o mesmo vídeo, "limpo" pela ferramenta de depuração:



IMPORTANTE: Qualquer publicidade inserida dentro de um vídeo não será eliminada. As duas ferramentas actuam exclusivamente sobre os conteúdos que as plataformas YouTube/Vimeo associam à difusão de um vídeo.

24 junho 2020

BITEABLE - VIDEOMAKER - Criação fácil de vídeos

Biteable está pensado para ser uma das mais fáceis ferramentas de criação de vídeos e animações, e consegue sê-lo.



Funciona online e assenta numa grande quantidade de conjuntos de cenas predefinidas, os modelos (templates) cuja animação podemos pré-visualizar antes de escolher

Uma vez selecionado um Template, é possível juntar-lhe cenas de outros modelos, ou excluir alguma que não queiramos; se necessário, podemos inclusivamente duplicá-las.




Cada cena tem 3 a 5 segundos, mas essa duração é modificável.

São assim centenas de cenas em "live-action", animações e muitas possibilidades que enriquecem o processo de contar histórias ou de fazer uma apresentação de conteúdos.

A linha do tempo é fácil de utilizar (drag & drop), e permite gerir sem complicações a progressão do nosso trabalho.

Como noutras ferramentas, não falta a possibilidade de inserir texto nas cenas, e de alterar a fonte e o corpo da letra.
E temos autonomia para mudar o esquema de cores ou personalizá-las

Para que o vídeo fique completo, falta-lhe 
som.
O Biteable tem uma fonoteca extensa e variada, e é só decidir que banda sonora melhor se adapta ao espírito do nosso vídeo.



Chegados aqui, o programa trata do resto, criando o vídeo e disponibilizando-o rapidamente.

As animações são muito profissionais, e o resultado final são criações de grande qualidade.

Como se trata de uma ferramenta online, não obriga a instalação de software no nosso computador. Só temos de nos registar para que os nossos vídeos fiquem gravados na plataforma do Biteatle, que não tem revelado problemas de segurança.

Quando entramos no site, podemos escolher entre as duas plataformas de criação do Biteable: a Lite, mais antiga, e a Pro, mais recente e mais preparada para as redes sociais. Ambas são gratuitas.

O ideal é mesmo experimentar as duas, para escolher a que melhor se adequa às suas necessidades.
Tenha em conta que, começando um projeto numa versão, não é possível "mudá-lo" para a outra. Isso, só na versão paga.

O que podemos fazer na versão gratuita do Biteable?


- criar de 10 vídeos por mês, com marca de água;
- partilhar em: YouTube, Facebook e Twitter;
- "embeber" o código em site ou blogue.

O que só podemos fazer na versão Premium?

- aceder à galeria interna com 800 000 fotos animadas;
- fazer upload de ficheiros nossos;
- eliminar a marca de água;
- enviar link por mail e "embeber" código em sites/blogues;

- fazer download do vídeo.

Em suma, mesmo na versão gratuita, um programa fantástico pela simplicidade da utilização e pelo resultado final que podemos obter.

É uma excelente ferramenta para professores e alunos.

Fonte: https://biteable.com/

Deixamos a seguir o vídeo que criámos no Biteable para sensibilizar os mais novos sobre os perigos do Covid-19.


02 junho 2020

FACEBOOK - Guardar posts para ler mais tarde

Acontece vermos uma publicação no Facebook, não termos tempo para a ler, e quando queremos voltar a ela nunca mais a encontrarmos. É, no mínimo, desapontante.
O próprio Facebook resolve este problema, porque permite guardar um post para lermos mais tarde, na própria rede social.

Como guardar uma publicação?

  1. No Feed de notícias, encontre a publicação que quer guardar.
  2. Clique nos três pontinhos horizontais no canto superior direito dessa publicação.
  3. Selecione a primeira opção , Guardar ligação.


Como ver a publicação guardada?

No menu lateral esquerdo, procurar "Guardados", e clicar.




Dentro deste separador, está tudo o que tivermos guardado.

Se quisermos, podemos organizar os nossos posts dentro de pastas, aqui chamadas Coleções

Para isso, basta criar uma Coleção, dar-lhe um nome, e depois associar cada ficheiro à coleção que quisermos. 





Outras vantagens desta funcionalidade?

Permite-nos ir criando um Arquivo dentro do Facebook, com os conteúdos que nos interessam, e que poderíamos perder para sempre.

Note que...

Esta não será a forma mais segura de arquivar conteúdos relevantes, uma vez que depende inteiramente da gestão do próprio Facebook...

Se quiser guardar com mais segurança conteúdo para ler mais tarde, será aconselhável optar por outro tipo de aplicação.

Pocket pode ser uma boa opção. Já analisámos esta ferramenta, aqui no blogue.

28 maio 2020

POCKET - O BOLSO DIGITAL PARA GUARDAR CONTEÚDOS WEB

Pocket é um serviço online que nos cria listas de leitura, para não perdermos de vista artigos de que gostámos, ou que queremos guardar para ler mais tarde, ou mesmo manter após essa leitura.
Como o nome indica, esta ferramenta digital é como um bolso onde guardamos algo que não queremos perder.





A aplicação é segura, funciona como app em Android e iOS, e também pode ser usada como extensão no Chrome ou noutros navegadores.

Para tirar partido do Pocket é preciso criar conta, facultando um email ou associando-lhe a nossa conta Google. Não nos são pedidos quaisquer outros dados. Se quiser, aceda ao registo aqui.

O interface do Pocket é prático e "limpinho".

Os links guardados podem ser vistos em lista ou em grelha, o que torna a experiência de leitura agradável em qualquer dispositivo.
Organização e Arquivo
À partida, o Pocket organiza os links guardados em três categorias: Artigos, Vídeos e Imagens. Mas podemos criar pastas no Arquivo, para arrumarmos as publicações guardadas e facilitarmos a tarefa de encontrar um conteúdo.

Destaques - Como funcionam e para que servem?

A função Destaques é bastante interessante.
Quando estivermos a ler um texto previamente guardado, se selecionarmos uma frase ou um excerto e clicarmos em Destaques, o Pocket automaticamente o assinala com um marcador amarelo, e guarda-o na pasta Destaques

Quando quisermos aceder a estes nossos excertos preferidos, basta irmos a esta pasta para os encontrarmos. É uma forma rápida de guardar informação "especial" para usar mais tarde.

Como guardar para ler depois
?

O primeiro passo, é instalar o Pocket, disponível na Play Store, na Apple Store e nas extensões da Google Web Store.

Quando abrir o Pocket pela primeira vez, é pedido o login ou o registo.
Para que a sincronização funcione, tem de usar o Pocket com a mesma conta; faça um só registo (no browser ou numa aplicação) e, a partir daí, em qualquer dispositivo que utilize, faça apenas login.

Nos dispositivos móveis

Uma vez instalado e configurado o Pocket, para guardar um conteúdo
(artigo, vídeo, imagem, siga estes passos:

1) Clicar nos três pontinhos, no canto superior direito.
2) Selecionar Copiar ligação.
3) Abrir o Pocket.
    Automaticamente, é perguntado se quer guardar o link  

    copiado. Clique em guardar.

No browser

Instale a extensão a partir da própria loja Chrome Web Store). 

Aparecer-lhe-á o ícone  na barra de ferramentas, a seguir ao espaço reservado ao URL.
Para guardar algo no Pocket, só precisa de clicar neste ícone. Fica gravado.


Multiplataforma

O facto de podermos usar o Pocket no tablet, no telemóvel e no PC torna a ferramenta muito vesátil, porque toda a informação é automaticamente sincronizada.
Assim, podemos aceder no telemóvel a um link que gravámos no computador, ou vice-versa. Está lá tudo, de igual modo consultável em qualquer dispositivo.

Função Offline


Os conteúdos do Pocket podem 
ser também lidos offline, se fizermos o seu prévio download através da rede fixa ou via Wi-Fi. E isto é válido para texto ou para vídeos.

Partilha

A partilha automática de links é muito completa.
Podemos apenas copiar o url, mas não só; também é possível, 
diretamente, por exemplo:

  • publicar no Facebook, no Twitter, no Instagram e no WhatsApp.
  • Guardar no GoogleDrive, no OneDrive ou na Dropbox.
  • Enviar por mail (via Gmail ou Outlook).
Resumindo

Se pretende uma ferramenta fácil de usar para não perder de vista um artigo, um vídeo, uma imagem, teste o Pocket, porque pode ser uma boa solução para quem andam sempre à cata de conteúdos para produzir recursos educativos ou para um qualquer utilizador da web.

Vale a pena experimentar. Se não gostar, pode sempre desinstalar, sem dificuldade nem complicação.

Fonte: getpocket.com

23 maio 2020

170 Mil Visitantes

Nestes últimos três meses, as exigências do Ensino a Distância incrementaram a procura de ferramentas e recursos digitais.
F
oram muitos os visitantes deste vosso blogue. E fizeram-nos crescer. Quase sem darmos por isso, ultrapassámos os 150 mil, os 160 mil, e nem celebrámos.

Procurar conteúdos, tentar selecionar os melhores, testá-los e partilhar convosco as nossas análises é aquilo a que nos propusemos, desde início, e o que tentaremos continuar a fazer.
Nascemos nas necessidades da comunidade escolar (Agrup. Escolas de Santiago do Cacém) mas o nosso crescimento revela que temos sido úteis a mais gente.

E assim a nossa existência se reforça em pertinência e sentido.
Mais visibilidade é também responsabilidade acrescida.
Continuaremos, sem deslumbramentos, a tentar não vos desiludir.
Muito obrigada!



09 maio 2020

COMMUNFRANÇAIS - Vídeos em Francês - Compreensão Oral - Compréhension Orale

Commun Français é uma plataforma criada por Stéphane Wattier, professor de Francês Língua Estrangeira, para apoio aos seus alunos, no Vietname.

Entre outros recursos, a plataforma inclui este blogue, com o mesmo nome, em que são apontados vídeos do YouTube adequados aos níveis C1 e B2.



Há cerca de uma centena de vídeos, agrupados por nível, e por temas como família, vida em sociedade, escola, mundo do trabalho, saúde, urbanismo, ambiente, consumo, alimentação, transportes, turismo, tempos livres, relações sociais, etc.
De curta duração, os vídeos são maioritariamente provenientes de canais de televisão franceses/francófonos, e estão quase todos legendados. Quase sempre a legendagem surge automaticamente em francês; quando tal não acontece, basta mudar a língua da legendagem.


/

Embora não haja um motor de busca interna, é fácil localizar os vídeos que nos possam interessar, visto que estão agrupados por temas e, dentro de cada tema, por subtemas.




Por exemplo, para o tema Ambiente
podemos encontrar os subtemas 
aquecimento climático e o plástico.




A seleção dos vídeos é cuidadosa e adequada ao nível a que se destina, ou não fosse um experiente professor de Francês Língua Estrangeira a fazê-la.




Estamos perante um conjunto de recursos com um elevado potencial para o desenvolvimento de atividades de compreensão oral, ou mesmo para avaliação de competências neste domínio.

07 maio 2020

INGLÊS - TUBEQUIZARD - Listening Quizzes baseados em vídeos do YouTube

TubeQuizard é um site que alberga listening quizzes, prontos a serem utilizados por qualquer estudante de Inglês, partindo das legendas de vídeos do YouTube.



Há vídeos e Quizzes para todos os gostos, todas as idades e todos os níveis.
TubeQuizard apresenta-se como um leitor online que, a par do vídeo, apresenta exercícios com espaços para completar.  


Como se utiliza?

O aluno vê o vídeo, ouve, e ao mesmo tempo responde ao Quiz preenchendo os espaços em branco com palavras ou expressões usadas no vídeo.  
Para cada pergunta/espaço, a autocorreção é automática. E no final há uma nota global. 
O texto do vídeo, legendado, está dividido em frases e sequências. Se clicarmos numa frase, o vídeo reposiciona-se automaticamente no local certo para poder ouvir o excerto que contém essa frase.  
Como encontrar um vídeo?  
O motor de busca do TubeQuizard é muito eficaz. Podemos filtrar a busca por nível, tipo ou tema (conteúdo curricular) do exercício ou tema do vídeo. 
Melhor ainda. Podemos indicar uma palavra, uma expressão, uma frase, e procurá-la em todos os vídeos existentes no YouTube onde esse elemento esteja presente nas legendas. Como a base de dados é enorme, os resultados da pesquisa demoram um bocadinho a aparecer, mas vale a pena a espera.
E depois? Depois, assim que um vídeo é encontrado, aparece-nos sob a forma de Quiz. Quando é vários Quizzes sobre o mesmo vídeo, só temos de escolher o que nos interessa. 
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Em função das nossas necessidades, podemos editar um vídeo, reduzindo-o apenas à parte que nos interessa; para isso, temos de indicar o momentos de início e de fim, e gravar a alteração (ver tutorial). 
Podemos copiar o link do vídeo e partilhá-lo nas redes sociais ou num documento interativo que criemos (PDF, GoogleDocs, etc)
O link encaminha-nos para o vídeo, na plataforma do TubeQuizard, mas não é preciso qualquer registo para fazer o listening e responder ao Quiz.

E tudo isto é completamente gratuito.
Para saber mais sobre a utilização do TubeQuizard, veja o tutorial em vídeo do próprio site (em inglês).

Tutorial: https://youtu.be/akE2QXK3Ga4
Fonte: http://www.tubequizard.com/

26 março 2020

France Podcasts - Recursos de Francês gratuitos - Compreensão oral - FLE

France Podcasts é uma plataforma de recursos para o ensino de Francês.

Aqui se reúnem materiais e recursos muito diversificados e, ao contrário do que o nome pode fazer crer, os podcasts não são o mais relevante.
O site tem uma página inteiramente dedicada ao FLE (Francês Língua Estrangeira) e é aqui que encontramos o melhor da plataforma: vídeos para exercitar a compreensão oral.


São vídeos curtos, provenientes de canais televisivos francófonos, relacionados com temas de sociedade ou com a cultura e as tradições francesas, e acompanhados de exercícios de compreensão oral e de outras atividades, para alargamento do tema abordado no vídeo.

Cada vídeo vem acompanhado da indicação do nível a que está adequado.





O que podemos encontrar, a acompanhar cada vídeo (ou podcast)?


  • um MP3 que permite voltar a ouvir apenas o áudio do vídeo, se o não quisermos repetir.
  • um pequeno glossário explicativo dos vocábulos mais difíceis.
  • um questionário online com correção automática (às vezes, acompanhado de um PDF para download).
  • um questionário de perguntas abertas, para exploração/alargamento do tema.
  • um exercício de expressão escrita.
  • uma seleção de documentos autênticos relacionados com o assunto do vídeo (p. ex.: outros vídeos, infografias, artigos de revistas, de jornais ou da web).

Na plataforma há também outros tipos de exercícios interativos


  • de vocabulário, sobre temas adequados aos conteúdos programáticos. Há-os de nível iniciação (p. ex.: números, cores, frutos) e outros de nível mais avançado. Os mais interessantes incluem um podcast (registo audio) e uma ficha de trabalho em PDF, para descarregar. Permite que possamos imprimir a ficha e fornecê-la aos alunos, para que possam completá-la, ouvindo o podcast respetivo.
    Há ainda sopas de letras, texte à trous, espaços para completar.
  • de gramática, com correção automática, umas vezes pergunta a pergunta (fazendo enter após dar a resposta), outras com correção apenas quando damos por concluído o exercício.
Estas atividades privilegiam a vertente formativa, pelo que não há limite de tempo para realização dos exercícios e também não é obrigatório responder a todas as questões para dar por concluída uma tarefa.

O site oferece ainda outros conteúdos a descobrir, nomeadamente os que são destinados a professores, e que podem ser consultados a partir da lista de etiquetas-catégories, na página de abertura.

21 fevereiro 2020

DIGCCMixter - Música gratuita e livre de direitos

Para quem procura uma música para a banda sonora de um vídeo ou de um slideshow, o site DigCCMixter pode ser a solução.

Trata-se de um motor de busca de recursos musicais livres de direitos e gratuitos. Todos os ficheiros disponíveis estão sob licença Creative Commons.



São muitos os estilos musicais presentes, mas a pesquisa é bastante apurada. Começamos por introduzir uma palavra-chave e podemos depois afinar a busca: músicas mais populares, mais recentes, estilo ou instrumento.

Para nos facilitar a vida, o site sugere que obtemos por uma das suas pré-seleções, a saber:

  • Música instrumental para Filme e Video
  • Música para projetos comerciais 
  • Música para videojogos.


No entanto, nada nos impede de encontrarmos a música que nos serve numa área que não seja aquela em que, à partida, o site a classificou. 
A "arrumação" por áreas visa apenas facilitar-nos a vida.
Um site a descobrir!

Fonte: DiCCMixter

10 fevereiro 2020

VOCAL REMOVER - separar voz e música de uma canção

Já desejou poder separar música e voz num ficheiro audio de uma canção, para poder utilizar em aula?
Vocal Remover é uma pequena ferramenta de engenharia de som que pega numa canção gravada em wav ou MP3 e faz isso por si, enquanto o diabo esfrega um olho.

Como funciona?

1.  Fazer upload do  ficheiro inicial (música+voz).
     Na página inicial do Vocal Remover, introduzir diretamente o URL 
     do ficheiro (Youtube, por exemplo) ou descarregá-lo a partir do nosso 
     computador.



2. Clicar em "Remove Vocal"

    Num ápice, o aplicativo faz o trabalho dele.
    Disponibiliza-nos o original, a versão instrumental e a versão apenas vocal.




3. Fazer o download  dos ficheiros obtidos.
    Muito importante: Como tudo funciona online, a versão gratuita só conserva
    os  ficheiros durante uma hora, pelo que não devemos esquecer-nos de os
    guardar, sob pena de termos de repetir a tarefa.
Não há nada mais simples.
Não é necessário qualquer tipo de registo para utilizar o
Vocal Remover
Embora a ferramenta tenha de ser utilizada em francês, inglês ou espanhol, testámo-la com uma canção portuguesa e funcionou perfeitamente.
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